meta content='WhereTheLightIsBlog' property='fb:admins'/> Where The Light Is - Por Gabriela Cubayachi

09 julho 2017

Video: Roadtrip pelo sul da França!




Esses dias eu estava lembrando da minha viagem do ano passado e me deu uma vontadezinha de fazer um video com alguns momentos. Nós fizemos uma roadtrip pelo sul da França, na região da Provence-Alpes-Côte d'Azur, e foi incrível. Foram muuuuitas cidades e uma experiência que transformou minha vida. É o tipo de coisa que não tem como explicar, só viver e sentir, mas espero que eu tenha conseguido compartilhar pelo menos um pouquinho desse sonho com vocês. 

                  

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27 junho 2017

Minimalism: Um documentário sobre as coisas importantes



Vocês já ouviram falar sobre minimalismo? Esse é um estilo de vida que vem sendo muito comentado nos últimos tempos e, em um breve resumo, consiste em você se livrar de tudo aquilo que não te faz bem e que te distrai das prioridades da sua vida! Confesso que eu já vinha adotando o minimalismo há algum tempo, mas depois que descobri que existia um nome pra esse estilo de vida, comecei a pesquisar, ler e assistir muitas coisas sobre o assunto! Dentre essas coisas, me deparei com o documentário "Minimalism: um documentário sobre as coisas importantes" (disponível na Netflix), dirigido por Matt D'Avella, que acompanha os minimalistas Ryan Nicodemus e Joshua Fields Millburn.

Existem muitas vertentes e muitas áreas que o minimalismo abrange. Eu, por exemplo, estou implantando-o em tudo: bens materiais, sonhos, planos, sentimentos, relacionamentos, tempo, entre várias outras coisas. O documentário, por sua vez, abrange mais a parte material e nos faz refletir muito sobre esse estilo de vida altamente consumista que está sendo imposto o tempo inteiro nas nossas vidas. É aquela história, quanto menos você precisa pra ser feliz, mais feliz você vai ser. E com isso eu concordo MUITO. Estamos sendo bombardeados o tempo inteiro com coisas, coisas e mais coisas, até o ponto em que achamos que precisamos de tudo aquilo pra sermos felizes, quando isso não é bem verdade. Depois que saí do modo automático e comecei a pensar mais no que eu queria, me assustei ao perceber que a maioria das coisas não era nem relevante pra mim ou faria qualquer diferença substancial na minha vida, mas mesmo assim eu estava disposta a trabalhar mais, pra ter mais dinheiro, pra poder ter tudo aquilo que me causaria uma felicidade instantânea e que logo seria substituída pelo desejo de ter alguma outra coisa. E isso me levou a pensar que talvez se eu quisesse menos coisas, teria mais dinheiro, menos trabalho, mais tempo, menos insatisfação, mais energia pras coisas que realmente importam pra mim e por aí vai. 


Por que a gente cresce achando que pra ser feliz precisamos de uma casa enorme, um carro importado e um armário lotado de coisas? Se isso te faz feliz, TUDO BEM! Mas a verdade é que nem todo mundo liga pra esse tipo de coisa. Eu mesma nunca tive esse sonho e não vejo tanto sentido em comprar, comprar, comprar, mas mesmo sento tão convicta disso, acabei me deixando levar por esse estilo de vida por um bom tempo, porque é o que a gente vê todo dia, em todo lugar. Comecem a reparar quantas vezes por dia alguém te oferece alguma coisa... É absurdo! Nas redes sociais, nos pop-us que surgem do nada na nossa frente, nas ruas e até nas conversas que muitas vezes são focadas no que a gente tem. O minimalismo está aqui pra ajudar a gente a entender o que é relevante pra nossa vida e o que não é. Simples assim!

Apesar do documentário não se aprofundar muito e mostrar casos mais extremos, acho que ele é válido pelo simples fato de levantar a discussão e fazer a gente parar pra pensar. Não é pra você largar tudo e ir viver no mato (seria meu sonho?), ou então jogar tudo fora e ficar com 2 sapatos, 2 blusas e 2 calças... Mas pra você decidir como vai ser sua vida. Ninguém mais pode te ditar regras, ninguém mais pode decidir o que te faz feliz e o que não faz, a não ser você. 

Estou amando demais esse assunto, implantando tudo isso e vendo uma diferença enorme na minha vida, por isso quero falar bastante sobre minimalismo por aqui. Enquanto não saem mais posts, fica a dica do documentário :)


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21 junho 2017

Veggie Diary: O início


Eu disse pra vocês que eu tinha mudado, né? E entre essas mudanças está uma das mais importantes da minha vida: decidi virar vegetariana. Não estou aqui pra ditar regras ou dar dicas sobre o assunto, porque ainda sou nova nesse universo e não acho que eu tenha conhecimento suficiente pra tal. Mas quero compartilhar com vocês a minha experiência e abrir um espaço aqui pra uma causa que é essencial, pra algo que deve sim ser discutido, pra me dispor a falar, ouvir, aprender, evoluir. Cansei de fechar os olhos, cansei de fingir que os problemas do mundo não são meus problemas, porque são. Estou nascendo de novo, implantando mudanças na minha vida que me levam pra mais perto de quem eu realmente sou, do que eu considero certo, do que eu acho que vale a pena lutar. Quem me conhece, sabe que eu sempre amei animais, mas também amava comer carne. Sei que nós crescemos em uma cultura que nos permite fazer isso. Que nos ensina o amor seletivo e nos mostra, desde pequenos, quais animais podemos amar e quais podemos criar pra explorar, maltratar, escravizar e comer (ou pagar pra fazerem isso pela gente). Eu cresci nesse mundo, acreditei em tudo que me disseram porque era cômodo, mas ao mesmo tempo nunca me senti totalmente confortável com isso. Sabe quando você sabe que tem algo errado, mas como todo mundo está falando que tudo bem você simplesmente balança os ombros e diz "ah, todo mundo está fazendo mesmo..." e faz também? O problema é que no final do dia, quem tinha que lidar com a minha consciência era eu mesma, mais ninguém... E estava cada dia mais difícil. Tem mais ou menos um ano que estou pensando nesse assunto e que fui deixando de enxergar animais como comida, parando de comer várias coisas e sentindo cada vez mais dificuldade em ignorar. Mas a mudança mesmo veio mês passado, quando eu simplesmente acordei e decidi que não faria mais parte disso. Desde então, foi a coisa mais fácil do mundo. Não encaro vegetarianismo como sacrifício, mas como o mínimo que eu posso fazer enquanto estiver aqui, compartilhando esse planeta com outros seres vivos que merecem estar aqui tanto quanto eu. Não culpo quem faz parte disso porque sei que fomos longe demais, que estamos tão fundo que é difícil enxergar o que tem de errado, mas depois que a gente enxerga... Dói demais. Quanto mais eu me informo, leio e pesquiso, mais eu me assusto com a quantidade de mentiras que a gente acredita (que EU acreditava!) simplesmente porque não queremos nos envolver demais nas coisas. Precisamos nos envolver. Entrei nessa causa por amor aos animais, mas é muito mais profundo do que isso. É pela fome mundial (sim!), pela nossa saúde, pelo fato de que isso está acabando com nosso planeta de formas monstruosas. Quero entrar nos detalhes de cada uma dessas coisas e farei isso, mas ainda estou no processo de aprendizado. Estou desfazendo uma vida inteira de mentiras e finalmente enxergando a verdade por trás de todas elas, o que sinceramente está sendo muito mais difícil e doloroso pra mim do que deixar de comer um BigMac. Se você também for vegetariano ou estiver interessado em se tornar, comenta aqui, me manda uma mensagem, vamos juntos. 

19 junho 2017

And darling, don't blink


Esses dias fui pra casa do Cadu e como eu estava com a câmera, nós decidimos aproveitar que ainda estava claro e sair pra tirar algumas fotos. Fazia tanto tempo que eu não fotografava ou era fotografada assim, sem pretensão, só por diversão! É uma coisa que eu definitivamente quero voltar a fazer. Fotografia sempre foi uma das minhas maneiras favoritas de me expressar e com certeza foi uma das coisas que fez com que eu começasse a enxergar o mundo de um jeito diferente. Sempre gosto de ver o que as pessoas fotografam, porque acredito que isso diz muito sobre elas, afinal, nós sempre tiramos foto daquilo que amamos ou achamos interessante, né? E eu adoro ver o mundo pelos outros dos outros. De qualquer forma, enrolei, enrolei, enrolei, mas só queria mesmo dividir aqui essas fotos porque amei o resultado... E claro, dizer que o blog voltou de vez.


Música do título - The Sound Of Reverie (The Maine)

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16 junho 2017

Invictus




Esses tempos encontrei um caderno bem velho que era da minha mãe nos anos 90 ou algo assim. Fiquei completamente apaixonada porque adoro escrever no papel, mas tinha perdido o costume. Então fiz dele um diário, que tem sido uma das coisas mais incríveis pra mim. Escrevo minhas confusões mentais e por algum motivo elas fazem sentido quando são transformadas em palavras... Ou pelo menos saem daqui de dentro, param de me atormentar. Sou o tipo de pessoa que está sempre procurando alguma forma de externalizar as coisas. Gosto de conversar, dançar, atuar, escrever, desenhar... Percebi que nem sempre preciso de palavras pra expressar o que eu sinto, desde que eu sinta. E falando em sentir... Decidi colocar no meu diário um dos meus poemas preferidos do mundo inteiro, que diz mais de mim do que eu mesma poderia ter dito.
E agora, deixo ele aqui. 
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